Pergunta 01

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Mensagem por Emilenny Lessa em Qua Jul 17, 2019 8:55 am

Sim!!! Pois quando a equipe sabe que o paciente está em estado terminal a mesma procura se adequar as necessidades do paciente visando cuidados que não tragam intervenções invasivas e muitas vezes desnecessárias,mas sim cuidados que tragam conforto,tranquilidade e façam dos últimos dias do paciente o melhor possível dentro das limitações que seu estado clínico apresenta!

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Pergunta 01 - Página 2 Empty Ariolana Alves dos Santos, Saúde da Familia - Lagarto

Mensagem por Ariolana em Qua Jul 17, 2019 9:14 am

As intervenções dos profissionais de saúde no paciente em estágio terminal, visa principalmente os cuidados paliativos, e deve levar em consideração a percepção do paciente sobre a morte, pois a forma de encarar a morte varia individualmente, de acordo com características sociais e religiosas. Por isso é importante nessa fase o dialogo com o paciente e os familiares para saber como conversar com o paciente e se é possível promover alguma intervenção positiva para o paciente. Exemplos: O paciente pode desejar ver um animal de estimação, ou receber um representante de uma entidade religiosa para uma cerimônia. Toda intervenção deve respeitar as crenças e ideologias do paciente.

Ariolana

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Mensagem por Lucas Santos em Qua Jul 17, 2019 6:12 pm

Compreendo que sim, pois considerando o princípio ético da autonomia entendo que o paciente tem o direito de decidir sobre as questões relacionadas a sua vida e a seu corpo. Diante disso, a percepção de morte do paciente está relacionada a questões culturais, sociais e religiosas que devem ser levadas em consideração pela equipe de saúde para a definição do plano de cuidado objetivando atender as necessidades do paciente e forma integral.

Lucas Santos

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Mensagem por Larissa Santos de Jesus em Qua Jul 17, 2019 6:46 pm

Certamente. É fundamental que o profissional esteja atento a essa questão, pois será um ponto importante para traçar estratégias no processo terapêutico e proporcionar uma melhor assistência. A percepção de morte de cada individuo é único e merece ser respeitado, assim torna um atendimento humanizado, enxergando o paciente de forma integral, com seus anseios e medos envolvidos, para que o objetivo de proporcionar uma melhor qualidade vida seja alcançado em sua totalidade.

Larissa Santos de Jesus

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Mensagem por Maria de Lourdes Barros em Qua Jul 17, 2019 8:43 pm

Certamente que sim. A equipe responsável por prestar a assistência precisa compreender que o paciente em fase terminal é um sujeito de direitos e deve exercê-los, mesmo em uma situação tão delicada. Devendo ofertar os cuidados paliativos de forma a proporcionar uma qualidade de vida dentro das possibilidades existentes, garantindo autonomia e dignidade ao paciente até o fim de sua vida. O cuidado humanizado também deve considerar os familiares, tendo em vista os sofrimentos que a temática da morte desperta tanto no paciente, quanto nos seus entes queridos.

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Mensagem por Letícia Souza Á. Silveira em Qua Jul 17, 2019 9:12 pm

Sim, com certeza. O entendimento do processo de morrer é entendido por cada ser humano de maneira diferente conforme a carga de conhecimentos adquiridos nas relações emocionais e espirituais vivenciadas por cada ser. O conhecimento do processo demanda da equipe que os assiste muito além do conhecimento científico, cabe aos profissionais compreender os sentimentos do processo e oferecer o cuidado de forma mais tranquila, humanizada e respeitosa.

Letícia Souza Á. Silveira

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Mensagem por jamillyaraujo em Qua Jul 17, 2019 9:47 pm

Sim, uma vez que, ao se tratar de pacientes em fase terminal o foco da equipe não deve estar voltado apenas em tratar ativamente da doença em si, mas também para o cuidado com o sofrimento do paciente e de seus familiares, por meio de técnicas que tornam os dias menos árduos, sem esquecer de utilizar meios para encarar a morte como um processo natural do ciclo vital.

jamillyaraujo

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Mensagem por AYLA NAUANE F. DOS SANTOS em Qua Jul 17, 2019 10:05 pm


Sim. Cada indivíduo tem sua maneira de interpretar a morte, e essa maneira é um reflexo do seu contexto social, cultural e da sua religião. Desta forma, essa percepção acaba refletindo na conduta do cuidado ao paciente, mais é importante o profissional priorizar o “conforto” do paciente nessa fase, visando minimizar a dor e o sofrimento que sua situação clinica propicia, como também, disponibilizar uma assistência humanizada para os familiares do paciente.

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Mensagem por MONIQUE SANTOS CARREGOSA em Qui Jul 18, 2019 6:40 am

Sim, visto que os profissionais de saúde trabalham para salvar vidas e a possibilidade de morte gera inúmeros desafios para a equipe, principalmente porque a morte pode ser encarada de diferentes formas entre os pacientes/sujeitos, seja de maneira mais natural ou com maior resistência, variável essa que também colabora para que a equipe de assistência expresse maior ou menor grau de angústia e sentimento de impotência. Portanto, faz-se necessário um suporte adequado para essa equipe, a qual também vivencia o luto, bem como a necessidade de compreensão e discussão contínua acerca dos Cuidados Paliativos e suas especificidades, uma vez que cada paciente tem as suas necessidades, crenças, cultura, autonomia e forma de lidar com a morte, outrossim a família também é parte essencial desse tripé (paciente - profissionais - família).


Última edição por MONIQUE SANTOS CARREGOSA em Qui Jul 18, 2019 2:13 pm, editado 1 vez(es)

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Mensagem por Lívia Helena Barreto Barr em Qui Jul 18, 2019 9:48 am

Sim, bastante. O paciente ciente da morte requer da equipe que o acompanha uma série de ações que ultrapassam os cuidados com o corpo ou doença. Há uma necessidade muito maior de lidar com os sentimentos, aflições, dúvidas e até revolta, pois não é fácil para ninguém saber que tem pouco tempo de vida. Dessa forma, uma equipe que consiga dar o maior conforto possível ao paciente e à família, lidar com o lado humano se torna imprescindível.

Lívia Helena Barreto Barr

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Mensagem por Thais Santos de Matos em Qui Jul 18, 2019 4:26 pm

Sem dúvidas. A percepção de morte do paciente vai interferir em questões diretamente relacionadas a assistência como autorização ou não para reanimação cardiopulmonar, doação de órgãos, infusão sanguínea, alem de interferir em aspectos culturais, religiosos e sociais, até porque a morte não é somente um evento biológico natural e inevitável da vida humana.

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Mensagem por Edilene em Qui Jul 18, 2019 5:30 pm

Sim, com certeza. Cada ser humano possui sua singularidade, assim cada profissional da equipe, compreende o processo de morrer de forma única, assim como o paciente, o que influencia diretamente as condutas adotadas pela equipe de saúde responsável por seu cuidado. Desse modo a percepção do paciente sobre esse processo e suas vontades devem sempre ser respeitadas pela equipe, e as condutas ser baseadas na humanização do cuidado. A equipe dentro de suas possibilidades deve proporcionar ao paciente alívio da dor, conforto e bem estar.

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Mensagem por ANA MARIA MENEZES DE SOUZ em Qui Jul 18, 2019 5:32 pm

Sim, irá intervir. A percepção de morte e fases que cada paciente passa é individual, pois dependerá do seu estilo de vida, ou seja, suas crenças, cultura, espiritualidade etc. Isto é, o paciente poderá ter medo da morte, revolta ou aceitá-la com serenidade. Neste momento, a equipe assistencial deverá realizar com competência os cuidados paliativos para aliviar o sofrimento do paciente e familiares promovendo: respeito, diálogo, despedidas, resoluções de possíveis pendências familiares etc. É importante frisar que a morte do paciente remete a nossa própria morte, então para a equipe assistencial “o processo de morte deve estar resolvido de maneira intrínseca em cada indivíduo como processo natural e que “vale a pena ser vivido”. Além disso, deve estar resolvido no coletivo da equipe de assistência para que ela não se afaste do paciente por medo e receio. Sendo assim, quanto mais crítico é o paciente mais precisaremos de uma equipe multidisciplinar, não para tratar apenas a doença do paciente, mais para cuidar do paciente em sua máxima essência: dando suporte, aliviando o sofrimento, ou seja, fazendo com que o paciente seja o protagonista nesse processo de morte.


ANA MARIA MENEZES DE SOUZ

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Mensagem por Larissa Viana em Qui Jul 18, 2019 6:32 pm

Sim. A morte por si só já é uma situação que trás consigo sentimentos distintos entre os indivíduos. O saber lidar com o processo ''do morrer'', com a necessidade de amparo da família do paciente assistido e ainda com o processo de trabalho, é algo que precisa ser analisado internamente pelo próprio profissional para que a assistência, no decorrer de todo esse processo, não seja perdida ou prejudicada. O paciente em fase terminal, assim como qualquer outro em fase de vida, merece e tem direito a um cuidado digno e de respeito. A assistência de uma equipe multiprofissional se faz necessária nesse processo, a fim de proporcionar tanto ao paciente quanto a sua família o alívio da dor de forma integral. Portanto, as intervenções nos últimos momentos de vida se fazem importantes de acordo com as necessidades, prioridades e decisão tanto da equipe quanto da família frente ao paciente em fase terminal.

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Mensagem por IARA SANTOS MARTINS em Qui Jul 18, 2019 7:28 pm

Com toda certeza, sim! Sabe-se que cada paciente possui uma óptica singular em relação a morte.  E, diante disto, o indivíduo e familiares poderão se manifestar de diversas formas, uma vez que há grande influência dos determinantes sociais.  Para tanto, cabe a equipe de saúde respeitar as necessidades e singularidades destes indivíduos e buscar a melhor forma de esclarecimento do cuidado a ser ofertado, prestando esta assistência de modo eficiente e eficaz, mediante os princípios da bioética.  Na perspectiva da enfermagem, o novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem reforça esta ideia por meio da RESOLUÇÃO COFEN Nº 564/2017, em seu parágrafo único: “Nos casos de doenças graves incuráveis e terminais com risco iminente de morte, em consonância com a equipe multiprofissional, oferecer todos os cuidados paliativos disponíveis para assegurar o conforto físico, psíquico, social e espiritual, respeitada a vontade da pessoa ou de seu representante legal”.

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Mensagem por Carilene Sampaio em Qui Jul 18, 2019 7:47 pm

SIm . A consulta acaba sendo individual já que existe vários fatores que possa influenciar ao profissional irá prestar assistência a esse tipo de paciente. Existe os fatores sociais, psicológicos e espirituais que esse profissional adquiriu durante a sua experiencia e que vê a morte de olhar diferente. Mas mesmo com concepções diferentes, o profissional deve prestar uma assistência humanizada e acolhedora.

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Mensagem por Izabela N C Goes em Qui Jul 18, 2019 7:57 pm

Sim. Considerando que os profissionais de saúde de alguma forma estarão envolvidos emocionalmente com o paciente e a família, acredito que a equipe de saúde possa alterar condutas assistenciais para aliviar o sofrimento da melhor forma possível, dando-o mais conforto, alívio, afeto e bem estar, diminuindo assim, práticas invasivas desnecessárias.

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Mensagem por Izabelly Vieira em Qui Jul 18, 2019 8:03 pm

Sim. Cada paciente, bem como seus familiares, tem uma maneira diferente de lidar e encarar a morte de acordo com os meios social, cultural e espiritual aos quais estão inseridos e dessa maneira, a equipe de assistência a saúde deve levar em consideração todos esses aspectos no momento da definição do plano terapêutico sempre considerando e respeitando as vontades e crenças do paciente, buscando sempre prestar um atendimento humanizado, empático e com intervenções capazes de proporcionar conforto, bem estar e dignidade ao individuo em seus últimos dias de vida.  

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Mensagem por Everton Lima do Nasciment em Qui Jul 18, 2019 8:07 pm

Interfere, pois o modo como o paciente e sua família enxergam o processo de adoecimento e morte, repercute na assistência prestada ao usuário. O usuário pode demonstrar-se receptivo ou hostil as intervenções profissionais nesse contexto de fragilidade humana, em decorrência de sua "aceitação" ou "negação" da realidade vivida. Suas crenças, modos de agir, sentir influenciarão de forma objetiva ao tratamento recebido pelos profissionais de saúde. Em diversos casos o apego a fé do paciente torna-se um acalanto e atenuante dos impactos da doença em seu corpo e sua mente. A equipe de assistência agirá de acordo com convicção do paciente, respeitando a sua autonomia e direitos.

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Mensagem por Islayne Monise Nascimento em Qui Jul 18, 2019 8:11 pm

Sim! cada paciente como também os familiares tem a sua percepção quando trata-se da morte. Podendo assim, agir de diversas formas. No entanto, cabe a equipe de saúde entender todo o contexto que o cerca e ofertar informações e esclarecimentos de dúvidas tanto para o paciente como também aos familiares sobre a assistência ofertada, respeitando os princípios da bioética.



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Mensagem por Eduardo Andrade em Qui Jul 18, 2019 8:15 pm

Sem dúvidas. É sabido que a percepção e concepções que tem os sujeitos são forjadas num dado espaço objetivo, situado em um tempo sócio-cultural. Entender isso é considerar que a sentidos e significados atribuídos pelo paciente à fase terminal dialoga com outros conceitos, como vida, saúde, doença, morte, pós-morte, cuidado, etc. Logo, a percepção do paciente, mais que interferir, atravessa e deve ser incorporada na metodologia, planejamento e execução de intervenção de qualquer ordem.

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Mensagem por Jaqueline Guimarães Elói em Qui Jul 18, 2019 8:18 pm

Sim. Porque os cuidados paliativos consistem na assistência ativa e integral a pacientes cuja doença não responde mais ao tratamento curativo, tendo como objetivo principal garantir uma melhor qualidade de vida tanto ao paciente quanto aos seus familiares.
No entanto, existem diversas dificuldades da equipe de saúde relacionadas a essa área, visto que, comunicar diagnóstico e prognóstico de um paciente terminal exige um confronto com uma situação para o qual a maioria dos profissionais não estão preparados, pois a maioria é formada com visão biomédica e curativista. Além disso, pode haver também a desassistência do paciente, baseado na ideia de que nada mais pode ser feito do que esperar o óbito.
Na área de cuidados paliativos existem práticas que têm como objetivo resgatar a dignidade do paciente, respeitando a sua autonomia e priorizando o princípio da não-malificência, a ortotanásia, que considera o direito do paciente de morrer dignamente. Essa prática não acelera nem posterga a morte do indivíduo, mas lhe oferece momento natural de partida, definindo a morte como parte do ciclo da vida, e objetivando a diminuição do sofrimento da pessoa.
Na perspectiva da relação profissional-paciente-família, o foco do cuidado deve ser direcionado a todo o grupo familiar, através de informações claras com todos os envolvidos para escolher de forma conjunta as opções disponíveis.

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Pergunta 01 - Página 2 Empty Re: Pergunta 01

Mensagem por Gabryelle Souza Fontes em Qui Jul 18, 2019 9:15 pm

Sim, visto que o paciente possui autonomia para aceitar ou não procedimentos e intervenções que venham a ser realizadas junto a este, podendo optar por uma morte natural, com o mínimo de intervenções possíveis, devendo assim a equipe respeitar o seu desejo, e por se tratar de paciente em fase terminar, avaliar sempre a necessidade da realização de intervenções com a finalidade de prevenir iatrogenias.

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Pergunta 01 - Página 2 Empty Pergunta 01

Mensagem por Talita Andrade em Qui Jul 18, 2019 9:21 pm

Interfere, de modo que a equipe priorizará a sua intervenção através de práticas de cuidados que atendam às necessidades do paciente em seu processo de terminalidade. Uma vez que o paciente tem a percepção de sua finalidade, proporciona a reorganização de condutas e pensamentos à cada membro da equipe, a qual possibilitará ao paciente e seus familiares suporte profissional e abertura para expressar os seus reais desejos frente a morte. Essa, por sua vez, conforme a perspectiva dos cuidados paliativos não será adiada ou acelerada, mas vivenciada da forma mais digna e confortável possível.

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Mensagem por Kananda Franciele em Qui Jul 18, 2019 9:31 pm

Sim. Pois segundo Hermes e Lamarca (2013), nos dias atuais segue-se o modelo da filosofia da morte contemporânea, este é marcado pelo empenho dos profissionais em tornar o fim da vida do paciente em um momento digno, em assisti-lo até seu último suspiro, dar voz ao mesmo, permitir escolhas, principalmente do lugar onde deseja morrer. Sendo assim, já dizia Cicely Saunders, pioneira do movimento moderno de Cuidados Paliativos “O sofrimento só é intolerável quando ninguém cuida. ”

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